Psycho Killer |
Comments: 17.11.06
Comments: Dance, dance, dance, dance to the radio!Uma hora para o início do show do New Oder. Eu marcava no relógio. A fila dava voltas no laguinho em frente ao Mam. Na varandinha do inacabado Vivo Rio, Peter Hook assistia discretamente a movimentação das pessoas entrando na casa. A noite era tipicamente carioca. Um chope gelado era urgente para aliviar o calor. Tomei alguns no Amarelinho antes de atravessar a passarela que liga a Cinelândia ao Mam. Manchester não é aqui, definitivamente. Até que o Vivo Rio parecia velho galpão de alguma fábrica desativada da cidade inglesa. Mas nos primeiros acordes de Crystal, sucesso da segunda fase da banda, relevei a falta de estrutura - a acústica ruim, as obras por fazer e o salgado preço do ingresso. Não vou reclamar muito da casa porque me diverti horrores. Hit atrás de hit. Foi de arrepiar. Bizarre Love Triangle, Perfect Kiss, Blue Monday, Regret...Saí ensopado. Se o som estava ruim, os caras compensaram com camaradagem. Único apresentação da turnê brasileira com 2 bis. Nada menos que 4 músicas do Joy Division: Trasnmission, These Days (Lado b de Love will tear us apart), She´s lost control e Love will tear us apart. A frase que estampa a lápide de Ian Curtis é uma das canções mais lindas da história. Como era de se esperar, a casa veio abaixo. Tomara que volte com mais organização e com as obras terminadas, senão o Vivo Rio já vai nascer mortinho - desculpem-me pelo trocadilho, mas não resisti. Acabado o show, ainda fiquei por ali alguns minutos. As luzes acenderam, as cervejas acabaram e a adrenalina baixou. Alguns ingleses cantavam gritos de torcida de futebol no banheiro. Bando de malucos... Não, aqui não é Manchester. Não tenho uma nega chamada Tereza, mas sou Flamengo e, em fevereiro, tem Carnaval. Com as músicas ainda na cabeça fui ao Jobi. Entre um gole e outro, repetia o refrão: Every time i see you falling... A noite carioca ficou mais divertida ontem. Comments: 15.11.06
Comments: 1.11.06
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